Inspirada na Quinta da Gricha, a Churchill’s cria a Gricha Symphony, uma música em homenagem ao terroir da sua quinta

 

A Churchill’s acaba de apresentar a Gricha Symphony. Trata-se de um projeto artístico que junta música e vinho numa homenagem à harmonia do terroir e dos vinhos da Quinta da Gricha – a Vineyard Residence da Churchill’s no Douro.

A composição da Sinfonia foi inspirada nas próprias vinhas. Os arames foram vistos como uma pauta e os rebentos das videiras foram as notas musicais que deram origem à música.

De forma a conseguir traduzir a beleza e harmonia das vinhas em música, a Churchill’s contou com Marina Pikoul, compositora russa autora da sinfonia. Marina Pikoul vive há vários anos em Portugal e interpretou a disposição dos cachos de uvas nos diferentes talhões, como se de uma pauta de tratasse. O resultado é uma composição elegante e alegre, na qual se veem representadas todas as características da Quinta da Gricha.

A composição é interpretada por 14 conceituados músicos clássicos, que proporcionaram uma interpretação extraordinária da sinfonia que materializa o terroir da Quinta da Gricha.

Gricha Symphony vem reforçar o carácter diferenciador da Churchill’s no mercado dos vinhos do Porto.

A Quinta da Gricha foi comprada pela Churchill’s em 1999. Desde então, e até hoje nas provas que fazemos desses vinhos, houve um adjetivo que sempre sobressaiu: harmonia. Uma harmonia que tem a essência na frescura e pureza das uvas.” afirma Maria Emília Campos, Co-CEO da Churchill’s Port Wines.

“No ano de 2016 finalizamos as obras para restauração da casa da Quinta e decidimos abrir a casa ao turismo. Nesse ano produzimos pela primeira vez um novo vinho da Quinta da Gricha ao qual foi dado o nome de “Gricha”. O lançamento destes dois momentos foi o mote para abordar a empresa The Asteroid, que concebeu este projeto”, explica a também Diretora Comercial da companhia.

O videoclip é o culminar deste projeto, que junta a música à harmonia natural da Quinta e do Douro. A fonte da Gricha – local que dá nome à quinta – tem também o devido destaque, sendo o espaço escolhido para a atuação da Orquestra.

Harmonia foi a palavra chave para chegarmos à sinfonia que agora apresentamos. É uma forma de homenagear um terroir único, numa região única no mundo”, conclui Maria Emília Campos